Crise, crise, crise.
Desde que me conheço por gente que conheço essa palavra, que foi ao longo das décadas sendo enaltecida por uns, escarnecida por outros, mas sempre de alguma forma gerando stress.
Várias vezes foi utilizada como adjetivo a fim de dar importância a detalhes insignificantes, outras para desvalorizar o que deveria ter valor. Empresas a utilizaram com o propósito de crescer e aumentar o patrimônio, outras vezes, simplesmente “quebraram” por causa dela.
Muitas vezes a crise existiu de fato, outras vezes foi uma criação. E na maioria das vezes a crise foi criada mentalmente por algum gênio da economia e apresentada ao mundo muito antes de ter acontecido. Outras vezes, foi escondida do mundo por muito tempo antes que aparecesse como o monstro feroz e cruel.
Não importa. O que importa é o fato de que é uma palavra, ora substantivo, ora adjetivo, que é utilizada de forma ampla, geral e irrestrita, conforme as necessidades, ou suprimida, e acreditem, também conforme as necessidades.
Por uma questão de sincronicidade, recebi um email que apresentava a crise segundo Einsten (1879-1955), e resolvi publica-la nesse blog para que muitas pessoas possam refletir e tirar suas próprias conclusões.
“Não podemos querer que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a maior benção que pode acontecer às pessoas e aos países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia assim como o dia nasce da noite escura.
É na crise que nascem os inventos, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise supera a si mesmo sem ter sido superado. Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a dificuldade para encontrar as saídas e as soluções. Sem crises não há desafios, sem desafios a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crises não há méritos. É na crise que aflora o melhor de cada um, porque sem crise todo vento é uma carícia. Falar da crise é promovê-la e calar-se na crise é exaltar o conformismo. Em vez disto, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la.”

Roberte Metring

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Sucesso e paz.
Varekai (onde quer que seja)
Roberte Metring – CRP 03/12745

Não me peça explicações, não as tenho. Eu simplesmente aconteço.
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