“Se você tem problema emocional, a pele é a primeira que vai mostrar isso”, destaca Marisa Bapetista Livrari, terapeuta cognitiva comportamental. De acordo com ela, isto acontece porque a cútis é rica em terminações nervosas, portanto, está conectada a todas as partes do corpo, especialmente ao cérebro.

Devido a essa proximidade, uma equipe de psicólogos da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio Grande do Sul avaliou, em 2009, um grupo de 205 pessoas de 20 a 49 anos com problemas na epiderme, e observou que 63% havia sido exposto a estresse ou outro tipo de alteração emocional.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a cada três pacientes com problema de pele, um tem agravante emocional. “São lesões causadas pela própria pessoa. Ela manipula e machuca a pele, mas não tem consciência disso”, destaca Jefferson Alfredo de Barros, dermatologista, mestre em ciências da saúde e professor de dermatologia da Faculdade de Medicina do ABC.
Segundo o especialista, quem costuma sofrer mais com as doenças emocionais, que acabam refletindo na pele, são as mulheres. Os problemas vão desde psoríase – descamação na cútis – até cicatrizes causadas por pouca quantidade de acne.

Fonte: Terra.com. 

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