O texto é de fundamentação espírita, mas olhando com mais vagar, serve como alerta direto às situações psicoemocionais que são encontradas nos consultórios de psicologia e psiquiatria. Serve para espiritas, pessoas de outras religiões, ou por quem não tem religião definida, pois trata-se de um estado de alerta e de higiene mental importante. Portanto, julguei por bem replicá-lo:

“Há dez sinais vermelhos, no caminho da experiência, indicando queda provável na obsessão:

quando entramos na faixa da impaciência;
quando acreditamos que a nossa dor é a maior;
quando passamos a ver ingratidão nos amigos;
quando imaginamos maldade nas atitudes dos companheiros;
quando comentamos o lado menos feliz dessa ou daquela pessoa;
quando reclamamos apreço e reconhecimento;
quando supomos que o nosso trabalho está sendo excessivo;
quando passamos o dia a exigir esforço alheio, sem prestar o mais leve serviço;
quando pretendemos fugir de nós mesmos, através do álcool ou do entorpecente;
quando julgamos que o dever é apenas dos outros.
Toda vez que um desses sinais venha a surgir no trânsito de nossas idéias, a Lei Divina está presente, recomendando-nos a prudência de amparar-nos no socorro da prece ou na luz do discernimento.”

Fonte: Vieira, Waldo; Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Ideal Espírita. Ditado pelo Espírito Scheilla.

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Sucesso e paz.
Varekai (onde quer que seja)
Roberte Metring – CRP 03/12745

Não me peça explicações, não as tenho. Eu simplesmente aconteço.
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