Certa vez, um Sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Ele acordou assustado e mandou chamar um sábio para que interpretasse o sonho.

– Que desgraça senhor! – exclamou o sábio – Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade!

Mas que insolente! Gritou o Sultão. – Como se atreve a dizer tal coisa?!

Então, ele chamou os guardas e mandou que lhe dessem 40 chicotadas. Mandou também que chamassem outro sábio para interpretar o mesmo sonho.

O outro sábio chegou e disse:

– Senhor, uma grande felicidade vos está reservada! O sonho indica que ireis viver mais que todos os vossos parentes!

A fisionomia do Sultão se iluminou, e ele mandou dar 40 moedas de ouro ao sábio. Quando este saía do palácio, um cortesão perguntou ao sábio:

– Como é possível? A interpretação que você fez foi a mesma do seu colega! No entanto, ele levou chicotadas e você moedas de ouro!

Respondeu, então, o sábio:

– Lembre-se sempre, amigo, tudo depende da maneira de dizer as coisas…

Autor Desconhecido

Quem não tem competência para criar, deve ter para copiar, ultimamente tem sido o meu caso.

Essa mensagem me fez refletir muito sobre a forma como podemos usar a palavra para nosso bem ou não, para a guerra ou a paz, para ferir ou para curar.

Quantas vezes já fomos vitimas de nossas próprias palavras?

Talvez o texto acima nos ajude a refletir sobre o poder das palavras, e principalmente, o poder que elas tem quando estão juntas umas com as outas, numa ordem inadequada.

Roberte Metring

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Sucesso e paz.
Varekai (onde quer que seja)
Roberte Metring – CRP 03/12745

Não me peça explicações, não as tenho. Eu simplesmente aconteço.
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