Favela de Paraisópolis (swimming pools). This favela (shanti town) on the left is ironically called Paraisópolis (Paradise city). Photo: Tuca Vieira

Na realidade rico não é rico por que tem dinheiro, mas porque tem um espirito totalmente diferente dos pobres. A consequência é ter mais dinheiro.

Recebi por email as reflexões abaixo, e não consegui encontrar o que censurar, por isso vou replicá-la. Leia até o fim:

O rico acredita que pode moldar o seu destino. O pobre acredita que o destino acontece.

O rico assume o compromisso de ser rico. O pobre gostaria de ser rico.

O rico entra no jogo do dinheiro pra ganhar. O pobre entra no jogo do dinheiro pra não perder.

O rico usa juros a seu favor. O pobre usa juros contra ele mesmo, porque quer tudo pra agora.

O rico admira pessoas ricas e as toma como exemplos. O pobre detesta pessoas ricas e as toma como exemplos de mau caráter.

O rico se aproxima de indivíduos bem-sucedidos. O pobre prefere amigos que, como ele, passam dificuldades financeiras e são fracassados.

O rico diz “como posso ter isso”? O pobre diz “não posso ter isso”.

O rico estuda investimentos e faz planos. O pobre diz que “não tem tempo para estas coisas”.

O rico é um ótimo recebedor. O pobre é um péssimo recebedor.

O rico paga a si mesmo primeiro. O pobre paga aos outros primeiro.

O rico prefere ser remunerado pelos resultados. O pobre prefere ser remunerado pelo tempo dispendido.

O rico foca no patrimônio líquido. O pobre foca no rendimento mensal.

O rico, quando sofre uma adversidade, se pergunta “como posso tirar proveito disso?”. O pobre, na adversidade, se lamenta.

O rico identifica os ricos pela sua educação financeira. O pobre identifica alguém como “rico” pelos bens materiais que exibe.

O rico busca a prosperidade financeira. O pobre confunde essa busca do rico com falta de espiritualidade.

O rico foca na solução. O pobre foca no problema.

O rico, numa compra parcelada, calcula os juros embutidos e faz contas para decidir se a compra vale a pena. O pobre só observa o tamanho da parcela.

O rico põe seu dinheiro para trabalhar duro para ele. O pobre trabalha duro pelo seu dinheiro.

O rico administra bem o seu dinheiro. O pobre deixa a vida o levar.

O rico tem uma visão realista dos investimentos. O pobre quando investe pensa apenas no curtíssimo prazo e espera lucros absurdos.

O rico não despreza um rendimento passivo, mesmo que pequeno. O pobre diz “o que adianta botar o dinheiro na poupança se rende tão pouco?”

O rico age apesar do medo. O pobre fica paralisado pelo medo.

O rico foca em oportunidades. O pobre foca em benefícios.

O rico pensa grande. O pobre pensa pequeno.

Se o rico ganha um valor, em algum tempo o patrimônio terá aumentado. Se o pobre ganha um valor, em algum tempo o patrimônio terá desaparecido completamente.

Se você tirar todo o dinheiro de um rico, depois de algum tempo ele estará recuperado. Se você tirar todo o dinheiro de um pobre, ele dependerá de outras pessoas para sobreviver.

O rico diz “tenho que ser rico por causa de vocês, meus filhos”. O pobre diz “não sou rico porque tenho filhos”.

O rico tem um plano de independência para o futuro. O pobre acha que trabalhar até morrer e depender do governo e dos filhos é um plano razoável.

O rico diz “posso ter as duas coisas”. O pobre diz “posso ter isso ou aquilo”.

O rico procura se aprimorar sempre. O pobre acredita que já sabe tudo.

O rico diz “que lição posso aprender com este erro?”. O pobre diz “desde o começo eu já sabia que não daria certo”.

O rico encara um fracasso como um aprendizado. O pobre encara um fracasso como um alerta para nunca mais se arriscar.

O rico fica cada vez mais rico. O pobre fica cada vez mais pobre.

Façam suas reflexões.

A fonte se identificou somente como lucrospoderosos. Meu blog não se presta a comerciais, mas não gosto de publicar textos que tenham dúvidas de autoria, por isso cito o referido site como autor, até que alguém se apresente como tal.

Roberte Metring

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