Para Lezak (1995), a neuropsicologia encarrega-se de avaliar o comprometimento neurológico pela via do comportamento. Mais especificamente, pode ser entendida como a análise dos distúrbios de comportamento que se seguem a alterações da atividade cerebral normal. Tais alterações podem estar relacionadas ao desenvolvimento anormal do sistema nervoso ou ser adquiridas por eventos ambientais como traumatismos, infecções, uso de substâncias, acidentes vasculares, síndromes demenciais, dentre outros fatores.

Numa perspectiva mais recente, Cosenza, Fuentes e Malloy-Diniz (2008) definem a Neuropsicologia como um campo do conhecimento que busca estabelecer as relações existentes entre o funcionamento do Sistema Nervoso Central (SNC), as funções cognitivas e o comportamento, em condições normais e patológicas.

Pautada na interdisciplinaridade, a neuropsicologia baseia-se em conhecimentos advindos da neurologia e da psicologia, e conta também com o suporte de outras áreas da ciência, como a neuroanatomia, a neurofisiologia, a psicofarmacologia, a biologia molecular e a embriologia.

REFERENCIAS:

LEZAK, M (1995) Neuropsychological Assessment, New York: Oxford University Press.

FUENTES, D.; MALLOY-DINIZ, L.F.; CAMARGO, C.H.P. & COSENZA, R.M. Neuropsicologia: teoria e prática. São Paulo: ArtMed, 2008.

FONTE: Comporte-se – Psicologia Científica (clik aqui para acessar o texto completo)

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